Guia clínico para solucionar problemas de pacotes úmidos

7, qui, nov, 2024 | ESTERILIZAÇÃO, MATERIAS

Os ‘pacotes úmidos’ criam um caminho em potencial para a migração de microrganismos do exterior para dentro do conjunto embalado; portanto, identificar questões subjacentes é uma parte vital do controle de qualidade. A Dra. Georgia Alevizopoulou traz um guia de resolução de problemas e fala sobre alguns dos fatores que levam a ‘pacotes úmidos’.

Uma fonte comum de frustração em todo o mundo para o pessoal tanto do Centro de Materiais e Esterilização (CME) como do Centro Cirúrgico (CC) desde os primeiros dias da esterilização na prática hospitalar é a ocorrência de “pacotes úmidos”, um termo comum usado no cuidado da saúde para descrever itens que apresentam umidade após a conclusão do processo de esterilização (veja a Figura 1). Mais precisamente, os pacotes são considerados úmidos quando é encontrada umidade na forma de gotículas ou poças de água sobre ou dentro de um pacote embalado, conjunto de instrumentais e bacias ou um recipiente após o término do ciclo de esterilização a vapor e, em geral, pelo menos uma hora de resfriamento.¹

A primeira coisa que se deve ressaltar antes de analisar os detalhes é que os pacotes úmidos são um grande problema. O que preocupa é que eles consomem tempo e gastos consideráveis com o reprocessamento de todos os pacotes, sérias interrupções do serviço e dos procedimentos do CME e do CC, além do risco básico de comprometer a esterilidade do produto e/ou do campo estéril. Em condições normais e validadas de operação, os instrumentais – sejam individualmente ou em conjuntos – na carga estarão secos após a esterilização a vapor.

Constatar umidade residual sobre ou dentro de um pacote esterilizado deve ser motivo de alarme: pacotes úmidos criam um caminho em potencial para a migração de microrganismos do exterior para dentro do conjunto embalado e, portanto, quando identificados, são considerados comprometidos e rejeitados como não estéreis. De fato, é muito provável que haja vários pacotes úmidos na mesma carga e, normalmente, toda a carga deverá passar por todo o processo novamente.

Será que os pacotes úmidos são simplesmente o resultado de um ciclo de esterilização que falhou? A verdade é que podem ocorrer com uma esterilizadora a vapor em perfeito funcionamento. Não há um fator único que se destaque como a causa principal, mas sim vários fatores que merecem igual consideração. O fato de os pacotes úmidos poderem e realmente resultarem de tantos fatores diferentes complica sua resolução. Este artigo analisa a etiologia dos pacotes úmidos com o objetivo de auxiliar no diagnóstico precoce e correto e na implementação de ações corretivas.

Figura 1: exemplo de pacote úmido com umidade externa

Siga uma abordagem sistemática O que é de vital importância para o sucesso da resolução de qualquer ocorrência de pacote úmido é o uso de uma abordagem sistemática. Entrar em pânico não ajuda. Reagir a uma adversidade rapidamente sem pensar só piora uma situação que já é ruim. Mudar os parâmetros do sistema aleatoriamente complicará o problema e provavelmente fará com que a verdadeira causa passe desapercebida. Se já tiverem ocorrido incidentes semelhantes, sua repetição, obviamente, precisa ser considerada.

No entanto, não é incomum que um mesmo sintoma tenha origem em um fonte totalmente diferente. O processo de investigação requer que se mantenha uma mente aberta e pronto para avaliar cada pequena parte do processo, mesmo que este pareça o mais confiável. Reúna todos os fatos, observando cuidadosamente o que mudou, e trabalhe no processo de eliminação dos mais óbvios, detendo-se apenas em uma coisa de cada vez. E colabore. Todos os indivíduos apropriados devem formar uma equipe multifuncional que inclua, mas sem se limitar ao engenheiro da instituição e de manutenção, engenheiro biomédico, serviço do fabricante do equipamento, representante clínico e de vendas, representante do fabricante do SBS, líder de descontaminação, liderança e técnicos do CME, especialista em prevenção de infecções, pessoal do centro cirúrgico, Setor de compras, líderes de qualidade e educação – essencialmente, todos os que contribuem para o processo de esterilização a vapor das organizações de cuidado da saúde.

Infelizmente, às vezes pode haver uma tendência de culpar uma determinada pessoa ou evitar fazer perguntas difíceis a alguns stakeholders, por um sentimento de desconforto ou uma falta de entendimento da importância deles. Pode ser útil chamar um terceiro para fazer uma auditoria e permitir uma visão objetiva e uma perspectiva mais ampla.

Documentar é vital

O primeiro passo do processo de investigação é documentar cada ocorrência de forma clara e completa. Os pacotes úmidos devem ser registrados pelo departamento que os descobriu. A umidade externa será visível imediatamente após o ciclo de esterilização, enquanto a umidade interna não será notada até que o pacote seja aberto para uso no campo estéril.

Portanto, a colaboração e a comunicação entre o CME e o CC é fundamental para facilitar o processo de investigação. É crucial que o CME inicie um livro de registro dedicado, use uma folha de registro de pacote úmido separada para cada carga e obtenha o máximo possível de informações, incluindo a data e a hora do dia (turno) do pacote afetado, o número da esterilizadora, o tipo de ciclo de esterilização, os parâmetros específicos do ciclo de esterilização, a natureza da umidade, se outros itens estavam molhados, o conteúdo e o peso da carga, o nome do técnico que preparou e carregou os conjuntos, a temperatura e a umidade do departamento e o tempo de resfriamento.

É fortemente recomendável incluir uma breve nota sobre como os itens foram posicionados para esterilização e onde a umidade se encontra em relação a outros conteúdos.

Deve-se anexar fotos digitais da carga processada. Manter um registro minucioso permitirá aos investigadores identificar se está ocorrendo um padrão; por exemplo, um determinado dia ou horas do dia, a estação do ano, instrumentos de uma determinada especialidade como conjuntos ortopédicos, bandejas pesadas com várias camadas ou conjuntos prontos, certos técnicos, entre outros. O CME deve monitorar pacotes úmidos por pelo menos uma semana para conseguir reunir dados suficientes para analisar possíveis padrões. Dependendo do número de ocorrências de um departamento, podem ser iniciadas investigações metódicas individuais para identificar tendências que contribuam para esses eventos, além de ajudar a desenvolver medidas preventivas de futuros eventos de umidade. Embora não diretamente relacionada à resolução do problema de pacotes úmidos, a implementação de um software de rastreamento eletrônico de todo o processamento no departamento pode ajudar a identificar o que acontece em tempo real e permite simplificar o processo, o desempenho dos funcionários, a documentação de compliance, recursos de recall e rastreabilidade do caso e dos pacientes.

Categorização dos pacotes úmidos: externos x internos

A investigação continua com a avaliação de onde a umidade é observada. Ao resolver a umidade externa, primeiro é necessário definir onde está a umidade. É umidade localizada se as gotículas de água ou a umidade no exterior do pacote estiverem associadas à umidade de fontes externas de um local específico. Por exemplo, se a umidade ocorrer perto da entrada de vapor para a câmara, o motivo provavelmente será o vapor. Se a umidade estiver perto da porta de drenagem, deve-se verificar qualquer falha de uma válvula de retenção.

A umidade dispersa é distribuída por toda a carga com uma sensação de umidade ou gotas uniformes de água em sacos estéreis e embalagens não absorventes. Nesse caso, pode ser um mau funcionamento da esterilizadora, ou seja, isolamento deficiente da câmara, sistema de vácuo defeituoso ou disposição inadequada da carga. Umidade interna refere-se à identificação de gotículas de água dentro de um pacote. Obviamente, não será notada até que os pacotes sejam abertos, a menos que a umidade excessiva vaze. É claro que os pacotes também não devem ser inspecionados até que estejam frios à temperatura ambiente e umidade exigidas. Geralmente, a umidade interna está relacionada com a carga e a prática clínica e associada ao aprisionamento de condensação dentro do pacote.

Causas e remédios

A resolução de pacotes úmidos é de fato uma questão complexa e envolve diferentes variáveis, as quais podem ser agrupadas nas seguintes categorias: utilidades (vapor e seu sistema de abastecimento), desempenho da esterilizadora, carga, prática clínica, meio ambiente e fatores humanos. Embora cada área esteja associada a vários parâmetros individuais, apenas alguns serão discutidos aqui.

Uma esterilização a vapor eficaz exige o fornecimento contínuo de vapor saturado. Para identificar onde pode haver áreas de condensação excessiva do vapor, algumas considerações básicas são abordadas nestas perguntas: o vapor vem de um gerador central, local ou integrado? O vapor vem de um gerador feito de aço carbono ou aço inoxidável? A tubulação de vapor é de cobre ou aço inoxidável? O vapor é gerado perto da esterilizadora ou bem longe dela? Os tubos são diretos, isolados e há purgadores de vapor suficientes? Quantas caldeiras alimentam quantas esterilizadoras?

Existe um mecanismo de comutação para mudar a fonte de vapor de mais de uma caldeira possível para cada esterilizadora?

As respostas a essas perguntas ajudarão qualquer instituição a adotar uma abordagem proativa à geração de vapor e a solucionar o problema. Obviamente, cada sistema de abastecimento deve ser cuidadosamente projetado, monitorado e mantido para garantir que a qualidade, a pureza e a quantidade de vapor fornecido sejam adequadas. Notadamente, o vapor pode ser quimicamente agressivo, sendo necessário enfatizar a qualidade da água usada para produzir vapor. Pode-se esperar que quaisquer impurezas na água de alimentação sejam deixadas para trás. Muitas vezes, é necessário tratamento para remover qualquer produto químico que possa ser corrosivo ou depositar-se. Estão disponíveis recomendações da indústria que especificam os requisitos.2,3

A capacidade de vapor também é um fator.

Uma caldeira central pode ser usada para diversas aplicações, incluindo esterilização, lavanderia, serviço de alimentação e aquecimento que, simultaneamente, podem levar a demanda da caldeira ao pico, variando muito durante o dia ou mesmo sazonalmente, ou seja, devido à necessidade de calor durante os meses de inverno. O excesso de demanda também pode

Constatar umidade residual sobre ou dentro de um pacote esterilizado deve ser motivo de alarme: pacotes úmidos criam um caminho em potencial para a migração de microrganismos do exterior para dentro do conjunto embalado e, portanto, quando identificados, são considerados comprometidos e rejeitados como não estéreis. De fato, é muito provável que haja vários pacotes úmidos na mesma carga e, normalmente, toda a carga deverá passar por todo o processo novamente.

ocorrer esporadicamente quando muitos equipamentos estão funcionando. Se a capacidade for inadequada, o resultado pode ser excesso de condensado que é transportado ao longo dos tubos e para a carga a ser esterilizada. Registrar quais serviços e equipamentos estão em uso e em quais horários pode ajudar a identificar problemas.

Obviamente, a comunicação e a colaboração contínuas com os engenheiros da instituição são imperativas. Em seguida, em muitas avaliações, os pacotes úmidos são frequentemente atribuídos ao baixo desempenho da esterilizadora. O fato é que a falha do equipamento em si é responsável por uma porcentagem muito pequena dos problemas de umidade. Uma esterilizadora a vapor validada que esteja instalada e seja operada de acordo com as especificações do fabricante raramente é a causa de pacotes úmidos. Nos raros casos em que o problema é realmente da esterilizadora, pode-se considerar uma falha de construção. A eficiência de secagem se reduz se o vácuo for inadequado, o que pode se dever a um dreno obstruído ou à pressão inadequada da água.

Uma tela obstruída não apenas pode impedir a remoção apropriada do ar, mas também a remoção do vapor ao final do ciclo. A tela de drenagem da câmara deve ser limpa pelo menos diariamente, mas preferivelmente a cada troca de turno. O calor radiante das paredes limpas da proporcionará uma secagem mais eficiente.

A carga de processamento de pré- esterilização e a prática clínica são duas grandes áreas de preocupação. Primeiro, tudo deve estar completamente seco antes de entrar na esterilizadora; se entrar algo molhado, sairá molhado. Investir em uma boa lavadora-termodesinfetadora proporcionará uma carga seca, supondo que o padrão de carga esteja adequado e a fase de secagem seja a ideal. As configurações de carga devem garantir a remoção adequada do ar, a penetração do vapor em cada pacote e a evacuação do vapor. É extremamente importante seguir as práticas recomendadas quanto ao peso e à densidade dos pacotes. Muitos dos pacotes úmidos ocorrem especificamente com recipientes rígidos.

Figura 2

Alguns fatores contribuem para essa constatação: grandes concentrações de massa metálica em uma pequena área, recipientes envelhecidos, preparação e uso inadequados, um conjunto de válvulas ou mecanismo de filtros com defeito, design precário e parâmetros de esterilização impróprios, para citar alguns. Para garantir que o recipiente esteja funcionando com eficiência, é necessário um procedimento de inspeção cuidadosamente definido e uma verificação de que todos os componentes funcionam efetivamente como uma unidade. É importante ressaltar que o fabricante dos recipientes deve validar os tempos dos ciclos e de secagem necessários. Ciclos prolongados com um tempo de exposição ou de secagem mais longos do que os validados pelo fabricante da esterilizadora podem precisar ser configurados e validados para processar alguns conjuntos com antecedência.

As bandejas feitas de material não metálico funcionam como um indicador de alerta por suas propriedades de isolamento. É aconselhável usar as bandejas de instrumentos cirúrgicos comuns de aço inoxidável com fundo de malha de arame para promover a drenagem e escolher uma bandeja grande o suficiente para distribuir a massa metálica de maneira uniforme. A Figura 2 traz exemplos de bandejas adequadas.

Os sistemas de barreira estéril precisam ser adequados para a aplicação pretendida, atender a todos os requisitos das normas relevantes e vir de um fornecedor confiável. A embalagem de esterilização deve ser escolhida de acordo com o tamanho, o formato e o peso dos dispositivos a serem embalados, em linha com as instruções de uso do fabricante. Pode-se optar por embalar duas folhas de camada única em sequência ou simultaneamente, usando uma embalagem de camada dupla colada, seja no método envelope ou oblongo. Quando os sacos estéreis são embalados duplamente, deve-se usar sacos de tamanho sequencial: o saco interno deve ser menor do que o externo e nunca dobrados. Um saco interno superdimensionado é um desperdício e pode tornar a remoção do ar, o contato com o esterilizante e a secagem difíceis.

Figura 3

Vários padrões de carga

É preciso seguir as recomendações do fabricante da esterilizadora com respeito aos ciclos e peso das cargas. Dispositivos que requerem os mesmos parâmetros de ciclo devem ser processados na mesma carga.

Itens mais pesados devem ser colocados no rack inferior da esterilizadora. Bandejas embaladas devem ser colocadas acima dos recipientes de esterilização. Recipientes, bandejas e sacos nunca devem ser empilhados ou comprimidos. Os sacos devem ficar na borda em relação ao carrinho ou prateleira, enquanto bandejas e recipientes são colocados na horizontal nas prateleiras para facilitar a devida drenagem. A instituição deve estabelecer políticas sobre a forma apropriada de embalar e carregar e a competência dos usuários deve ser verificada regularmente. A Figura 3 traz um exemplo de configuração adequada e não adequada da carga. Embora necessário nos dias de esterilização em embalagens de musselina, não é mais preciso abrir “forçosamente” a porta da esterilizadora após um ciclo de esterilização a vapor, o que pode, na verdade, dificultar o processo de secagem.4

É aconselhável retirar a carga da esterilizadora e colocá-la em uma área de resfriamento definida o mais rápido possível e deixar os pacotes nos carrinhos até que estejam frios ao toque. O diferencial de temperatura ajudará a expulsar a umidade de dentro do pacote quente. É contraindicado colocar os carrinhos sob saídas de ar condicionado ou em uma prateleira de metal fria e sólida, pois o pacote esfriaria rápido demais, resultando em condensação.

As condições ambientais também podem ser um problema: os desvios das recomendações padrão nos parâmetros HVAC e da temperatura e umidade na sala de descarga são indesejáveis. Finalmente, antes de culpar todo o resto, deve-se descartar o erro humano. Todos nós cometemos erros. Infelizmente, os métodos são, muitas vezes, ditados pela velocidade em vez do resultado, não sendo incomuns os atalhos. Não é uma boa ideia sobrecarregar as prateleiras da esterilizadora para encaixar aquela última carga antes de terminar o turno.

Educação contínua

Embora a conscientização tenha aumentado consideravelmente nos últimos anos, o investimento na educação de todos os envolvidos no reprocessamento de dispositivos médicos é fundamental. A liderança do CME precisa fortalecer a educação.

A elaboração de procedimentos, políticas e outros mecanismos operacionais padrão que se concentrem no desempenho clínico, criem processos simplificados e mantenham todas as áreas em conformidade será um grande recurso. Uma vez investigados os problemas, as recomendações de melhorias são abordadas e as mudanças, ainda que dolorosas, podem ser aplicadas em várias frentes. Ir a fundo no problema dos pacotes úmidos é uma tarefa árdua que exige uma abordagem sistemática, paciência, foco, atenção aos detalhes e uma investigação profunda, paralelamente a boas práticas de trabalho para desenvolver soluções permanentes e eficazes.      CSJ

Referências
1 - PreparationandPackagingBestPracticesandWetPackProblemSolvingGuide,M1844EN,2014-05,Rev.F©2001-2014,STERISUniversity
2 - Feed water quality with carbon steel & stainless-steel steam generators, Study Guide, M10807GB, 2020-04, Rev. A ©2020 STERIS, STERIS University Connect app 3 - Health Technical Memorandum 01-01: Management and decontamination of surgical instruments. Part C: Steam sterilization , 4 - Cracking the steam sterilizer door; dispelling the myth, self-study series, Healthcare Purchasing News, May 2007 (www.hpnonline.com)

Sobre a autora

A Dra.GeorgiaAlevizopoulouMD,CME Management,IDScCert é gerente clínica e educacional sênior daSTERIS.A Dra.Alevizopouloutem mais de 15 anos de experiência internacionalna área de descontaminação de dispositivos médicos e tecnologias de controle e prevençãode infecções.Ela lidera aSTERIS Universityna EMEA e ministraseminários epalestras clínicase conduz avaliações de solução de problemas regularmente. Anteriormente,trabalhou como clínica geral no Sistema de Saúde Nacional da Grécia

Fonte: https://www.clinicalservicesjournal.com/story/39583/clinical-guide-to-troubleshoot-wet-packs

 

 

 

 

 

 

 

 

Originally posted 2024-01-29 11:07:38.

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ClinicaL Services Journal